Estima-se que em 1500 havia cerca de 5 milhões de pessoas habitando o atual território do Brasil. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, encontraram uma população que habitava o litoral. Os europeus passaram a nomear essas pessoas como “índios”, resultado do equívoco inicial de pensar estarem em territórios orientais (as Índias), e não em um continente desconhecido. Contudo, o termo se manteve como marca de distinção social entre colonizadores e colonizados, colocando os povos nativos sempre em posição de inferioridade. Atualmente o uso do termo genérico índio, que apaga a diversidade cultural entre as etnias, costuma ser evitado. Num primeiro momento, os contatos entre os indígenas e brancos foram razoavelmente cordiais e marcados pelo escambo, ou seja, a troca de produtos. O trabalho de derrubar o pau-brasil e preparar a madeira para embarque era feito pelos indígenas, em troca de roupas, colares, espelhos, facas, serras e machados. Os portugueses também se valeram dos conheci...
Mapa mostrando localização da Núbia e Egito A Núbia esteve, desde os primeiros tempos, estreitamente ligada ao Egito, por uma série de semelhanças: física, em primeiro lugar, semelhança histórica e política. Assim, do começo da primeira dinastia até o fim do Antigo Império, os egípcios se mostraram muito interessados pelo norte da Núbia, por ele considerados como elemento complementar de seu próprio país. Organizando trocas comerciais com os núbios, exploravam os recursos naturais do território e enviaram missões militares. O interesse do Egito pela Núbia traduziu-se particularmente na construção de vários templos, que se destinavam a representar a força do Egito, o poder e a santidade do seu soberano. Tal interesse explica-se pelo fato da Núbia ter constituído, desde tempos muitos antigos, o lugar de passagem das mercadorias comerciadas entre o Mediterrâneo e o coração da África. Aliás, podem-se ver a Núbia ruínas de fortalezas no período faraônicos, destinadas a proteger o...
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